CONTA BANCÁRIA: UM RECURSO RESTRITO ATÉ BEM POUCO TEMPO

Talvez você nunca tenha passado pelo constrangimento de não ser bem recebido em uma agência bancária. E, caso não saiba, isso acontece bastante, ainda mais se a pessoa for pobre, preta ou considerada “mal vestidx”.

É que o sistema financeiro tradicional, de forma tácita, adotou um “dress code” para seus clientes, um código informal de como eles devem se portar e vestir. É uma face cruel do capitalismo voraz que privilegia a aparência e, claro, o dinheiro.

No Brasil, 45 milhões de pessoas ainda não têm conta em banco – 1 em cada 3 brasileiros acima dos 16 anos. São os chamados desbancarizados. A maioria são mulheres, pretos e integrantes das classes C, D e E – ou seja, os mais pobres. Neste grupo gigantesco estão autônomos e empreendedores que ajudam a movimentar a economia, mas tem sua autonomia financeira abalada por falta de acesso a algo que deveria ser básico.

Esta situação, desconfortável e discriminatória, abriu espaço para atuação dos bancos digitais que, de forma simples e significativa, aumentaram o acesso da população brasileira a produtos financeiros, especialmente entre a parcela de baixa renda.

O Instituto Locomotiva foi a campo pesquisar e descobriu que 19% dos brasileiros já têm conta em bancos digitais – 30% deles estão nas classes D e E. Na época do lançamento da pesquisa, em novembro de 2021, o presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, disse à Agência Brasil que, além do crescimento das fintechs (empresas que oferecem serviços financeiros – como o LeftBank), o que se destaca é essa mudança no perfil do público.

Segundo Meirelles, antes da pandemia, o banco digital era uma opção de segundo banco para a classe mais rica ou um substituto das chamadas contas universitárias.

E o que ajuda a entender o processo de inclusão social é que 86% dos brasileiros disseram que os bancos digitais permitiram uma conta em banco às pessoas discriminadas pelas instituições financeiras tradicionais. E mais: 80% afirmaram que os bancos digitais não discriminam os clientes por sua renda – ou, no caso, a falta dela.

“Hoje, abrir uma conta no banco digital é muito mais fácil, muito menos burocrático. Isso torna o sistema financeiro mais democrático e acessível para a parcela da população que não era bem atendida antes da existência das fintechs e é mais um motivo para adesão das pessoas ao banco digital”, afirmou Meirelles.

Nós, aqui no LeftBank, compreendemos que as necessidades não podem ser limitadas. Além de facilitar a abertura de conta, não pedimos comprovação de renda e não consultamos nenhum órgão de proteção de crédito.

Ainda de acordo com o Instituto Locomotiva, a pesquisa deixou evidente a percepção de que os bancos digitais cobram menos taxas.

Só pra relembrar: o Left não cobra mensalidade, muito menos taxa de adesão.

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